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		<title>ASCENDENS</title>
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		<title>13 de MAIO (2011)</title>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 02:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ASCENDENS(Pt.)</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ascendens1.wordpress.com&amp;blog=3061152&amp;post=8&amp;subd=ascendens1&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9" class="wp-caption aligncenter" style="width: 675px"><a href="http://ascendens1.files.wordpress.com/2011/05/25-10-2009-06-46-15-p-m.jpg"><img class="size-large wp-image-9" title="NOSSA SENHORA DE FÁTIMA" src="http://ascendens1.files.wordpress.com/2011/05/25-10-2009-06-46-15-p-m.jpg?w=665&#038;h=1024" alt="" width="665" height="1024" /></a><p class="wp-caption-text">NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA</p></div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ascendens1.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ascendens1.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ascendens1.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ascendens1.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ascendens1.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ascendens1.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ascendens1.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ascendens1.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ascendens1.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ascendens1.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ascendens1.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ascendens1.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ascendens1.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ascendens1.wordpress.com/8/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ascendens1.wordpress.com&amp;blog=3061152&amp;post=8&amp;subd=ascendens1&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">NOSSA SENHORA DE FÁTIMA</media:title>
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		<title>1590, PORTUGAL, AD LIMINA</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 22:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ASCENDENS(Pt.)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não classificado]]></category>

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		<description><![CDATA[CARTA PASTORAL Do Reverendíssimo em Cristo Padre Dom Teotónio de Bragança, Arcebispo de Évora para a cleresia e mais povo do seu Arcebispado [16.3.1590] Dom Teotónio de Bragança, por mercê de Deus e da Santa Igreja de Roma Arcebispo de Évora, etc. Aos reverendos, Deão, Dignidades, Cónegos, e Cabido desta nossa santa Sé, e pessoas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ascendens1.wordpress.com&amp;blog=3061152&amp;post=5&amp;subd=ascendens1&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin-right:72pt;text-align:center;" align="center">   <b><span style="font-size:11pt;font-family:' Arial';">CARTA PASTORAL<br />
Do Reverendíssimo em Cristo<br />
Padre Dom Teotónio de Bragança, Arcebispo de Évora para a cleresia e mais povo do seu Arcebispado<br />
[16.3.1590]</span></b></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://www.catholicexplorer.com/explore4325/bm~pix/templar~s600x600.jpg" height="420" width="599" /></div>
<p class="MsoNormal" style="margin-right:-0.25pt;text-align:justify;text-indent:1.2pt;">Dom Teotónio de Bragança, por mercê de Deus e da Santa Igreja de Roma Arcebispo de Évora, etc. Aos reverendos, Deão, Dignidades, Cónegos, e Cabido desta nossa santa Sé, e pessoas da nossa Relação, Vigários, Priores, Curas, e mais pessoas assim Regulares como Eclesiásticas, e Seculares deste nosso Arcebispado, Saúde em Iesu Christo. Fazemos saber, que tendo alguns negócios de muita importância, e descarrego de nossa consciência, bem e proveito Espiritual de nossos súbditos, que comunicar com el Rei meu Senhor, dando primeiro conta a sua Magestade, estamos de caminho para a sua côrte.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-right:-0.25pt;text-align:justify;text-indent:1.2pt;">E também movidos da obrigação que temos aos mandados Apostólicos imos com intenção, não ordenando de novo o Papa nosso Senhor outra causa, vistas as nossas indisposições e idade, de cumprir em tudo a bula que sua Santidade pubricou no ano primeiro de seu Pontificado, porque manda aos Prelados de toda a Cristandade sob graves penas vão visitar a Igreja dos Apóstolos, são Pedro e são Paulo a Roma, e dar conta a sua Santidade do estado de cada um da sua Igreja para que como Pastor universal possa ter de tudo notícia e governar-nos como bom Pastor. E assim como me faz Deus mercê por sua infinita bondade neste caminho não levar outro intento algum humano que à obediência e reverencia que devo à Santa Sé Apostólica, e o poder com autoridade dei Rei meu Senhor, procurar se dê ordem a muitas causas que hão mister neste Arcebispado sem se misturar outra alguma de fora que não seja Espiritual, assim espero da sua divina mão favor e ajuda, e bom sucesso em tudo. Bem vejo, que as minhas doenças e idade me puderam obrigar a procurar de me excusar de sair de minha casa, mas confesso-vos, que o amor que tenho a esta igreja, que me tem tantos anos sofrido, e o pequeno cabedal que tenho para a servir, me fazem deixar tudo, e aventurar tudo, e passar por todos os inconvenientes e caminhos e trabalhos deles, que são mui presentes pela experiência que <span id="more-5"></span>deles tenho de tantos tempos, cuidando que com esta minha ida faço o maior e derradeiro esforço e maior demonstração do que lhe quero, e o que desejo que todas as causas dela procedam de maneira que se sirva nosso Senhor com paz, suavidade e justiça, mas também levo muita confiança que de vossa parte respondereis nesta minha ausência às obrigações que tendes todos e cada um de acudir ao puro serviço de Deus nosso Senhor, com toda a perfeição e pontualidade que deveis. As pessoas Eclesiásticas assim Regulares como Seculares que saís chamadas com particular voz à sorte do Senhor para ajuda minha: considerai que o vosso ofício próprio é administrardes a salvação ao povo, ou com Sacramentos, ou com orações, e sacrifícios, ou com exemplo da vida: exortando com viva voz o zelo e observância de sua lei, procurando com as pregações que não haja vícios, que se plantem virtudes, atalhando às ocasiões de novidades de doutrinas suspeitosas, e de liberdades que podem trazer consigo maior cativeiro e maiores prisões: vejam todos em vós uma claridade divina, um trato proveitoso, grave e modesto: no falar muita madureza, muita limpeza, e muito tento, em modo que não somente glorifiqueis a Deus em vossas obras e cumprais sua vontade em tudo, mas que resplandeçais de maneira que possa o povo ser edificado com vossa doutrina, e exemplo devido. Lembro-vos que ainda que as ofensas que se fazem a Deus nosso Senhor, todas são tão grandes, as que se cometem pelos Eclesiásticos são detestáveis, porque a queda é de lugar mais alto donde Deus vos pôs sôbolos outros, e a ingratidão para com ele é muito maior, e a ocasião que se dará a muitos para se entregarem aos vícios, será grande e provocará com muita mais força a sua ira a novos castigos. Aos Seculares encarrego muito tragam à memória o prémio que Deus lhe promete no paraíso, as penas do inferno e tormentos perpétuos, se não cumprirem seus mandamentos, o amor que devem a um Deus que os criou e morreu por eles, o pouco a que os obriga, e com quão pouco cabedal ganharam as riquezas para sempre, pois as leis que temos, assim nas que Deus nos deu como as da igreja à mesma razão e alma satisfazem: trabalhem de cobrar um grande amor a Deus e a quem tanto devem amar, e verão quão suave lhe parece tudo o que fazem para agradar e quanto mais maus de contentar são os amigos e os parentes, e os que mais queremos nesta vida: mas se por fraqueza humana ou por qualquer outra via caírem em pecado acudam aos Sacramentos: olhai quantos remédios dá Deus para não perdermos, e quantos para o tornar a ganhar tendo-o perdido: trabalhai filhos em  Isu Xpo por tratar de fazer vida nova, aparando-vos de toda a espécie de vícios e pecados: Olhai que eles são os que vos confundem, os que vos perturbam, os que vos fazem andar cegos e os que vos podem pôr no estado em que hoje estão grande Províncias, e grandes Reinos e Monarquias, As perdas de África, às Pestes, às inquietações que tivestes, e todos os mais castigos foram somente castigos de Pai que vos quer reduzir ao bem, mas de vossos pecados forem por diante, desprezando esta suave maneira de proceder de Deus, e o que mais se deve temer à soltura deles, o não haver pejo de os cometer em público, com público escândalo, se de todo se perder o respeito, e na vida, nos cantares, e intertimentos, e em todas as mais obras não houver moderação é muito de temer que nos trate Deus como juiz rigoroso, e diga uma vez, já que tantas vezes me deixais, deixo-vos : Imaginai quais ficaremos sem Deus, sem Sacrifícios, sem Igreja, sem Sacramento, sem Ordem, sem Pastores, entregues a Lobos carniceiros que com tragarem as almas não perdoam às fazendas, nem às vidas, nem às &#8216;honras, que foram dos Cristãos de África aqui nossa vizinha, que foi da Cristandade de Palestina e terra santa, e das outras províncias tiranizadas pelos Turcos e Mouros: em que termos está Inglaterra e Alemanha e França: se aí alguns Católicos Cristãos são cativos, vivem em extrema miséria de todas as causas, sem polícia, sem ordem, e até os mesmos filhos lhes tornam, e o pior é que não têm comodidade para se aconselharem nas causas da Fé, nem para se ajudarem dos Sacramentos, das Pregações, e ofícios Divinos, e conselhos de quem os possa guiar ao caminho de sua salvação: mas o que é mau para sentir sem nenhuma comparação, e para temer é o que se segue ao apartar-se de Deus, erros do entendimento, e o como se cegam as almas fora de Deus, e os erros em que caem isto é verdadeiro inferno, perdida da alma, da vida, da fazenda, da honra, e da pátria: ponde isto diante e vereis quão pouco vos pede Deus nosso Senhor, como vos dizia, e o muito que fora razão fazerdes por evitardes tantos males, e o inferno por derradeiro, e animar-vos-eis a fugir dos pecados que ofendem e provocam tanto a ira de Deus escramentai-vos em cabeça alheia, e olhai que por menos pecados dos que hoje há, há muitos no inferno e Províncias acabadas e assoladas: espero que assim o façais, e que hajais dó de vós e da terra em que nascestes, que também está em seu modo chama e pede vingança de pecados desenfreados. A ordem que deixo nesta minha ausência espero que vos ajude muito para este intento. No governo de todo este Arcebispado, no particular da Relação, e Justiças, e visitadores procurei de pôr pessoas zelosas do serviço de Deus e de vosso bem que hão-de tratar vossas causas com muita inteireza e zelo de vossa salvação, e que se faz por vossa saúde, e as mesinhas que se aplicam a vossas chagas, se vos doerem que para vos doerem se aplicam, estimai&#8211;as e recebei-as da mão de Deus cujo lugar representamos. Ai da terra donde não há médicos, e donde os enfermos não querem ser curados, tendo-vos por muito ditosos de terdes quem vos faça lembranças necessárias para vossa salvação, e estimai muito os que vigiam sobre vossas consciências e vidas, pois vós sois os que ganhais tanto. Ao governador que fica em meu lugar podeis acudir em todas vossas necessidades assim espirituais como temporais, porque lhe fica ordem particular para acudir a tudo e a todos consolar como sempre pretendi fazer. Resta agora recomendar-vos com toda a instância que peçais a nosso Senhor em vossas orações que me dê espírito para as causas de seu serviço qual convém e bom sucesso nos negócios pois são seus, e me guie para que o não ofenda nunca, e morra em graça sua. Em Évora aos dezasseis de Março de 1590.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-right:-0.25pt;text-align:justify;text-indent:1.2pt;"><font color="#666699">Tradução de Pinharanda Gomes. Transcrição ASCENDENS.<br />
</font></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/ascendens1.wordpress.com/5/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/ascendens1.wordpress.com/5/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ascendens1.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ascendens1.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ascendens1.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ascendens1.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ascendens1.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ascendens1.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ascendens1.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ascendens1.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ascendens1.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ascendens1.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ascendens1.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ascendens1.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ascendens1.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ascendens1.wordpress.com/5/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ascendens1.wordpress.com&amp;blog=3061152&amp;post=5&amp;subd=ascendens1&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O QUE DIZEM HOJE ALGUNS É INVERSO</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 07:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ASCENDENS(Pt.)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não classificado]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; Título do texto: EM VEZ DE PRÓLOGO Do livro: VIRGEM PEREGRINA NA DIOCESE &#8230;. Autor: Cónego Mendes de Matos Data: 1950 &#160; &#8220;A que vem e porque vem a lume mais este livro, no meio de tantos que estão cobrindo os escaparates das livrarias e carregando as estantes dos estudiosos? A esta [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ascendens1.wordpress.com&amp;blog=3061152&amp;post=4&amp;subd=ascendens1&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;"><span><font color="#999999">Título do texto:</font> <font color="#008080">EM VEZ DE PRÓLOGO</font></span><span></span><font color="#999999"></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;"><font color="#999999">Do livro:</font> <font color="#008080">VIRGEM PEREGRINA NA DIOCESE  &#8230;.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;"><font color="#999999">Autor:</font> Cónego Mendes de Matos<font color="#999999"></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;"><font color="#999999">Data:</font> 1950</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<div align="justify"><img src="http://www.santuario-fatima.pt/portal/arquivo/download/im147.jpg" height="818" width="516" /></div>
<div align="justify">&#8220;A que vem e porque vem a lume mais este livro, no meio de tantos que estão cobrindo os escaparates das livrarias e carregando as estantes dos estudiosos?</div>
<div align="justify">A esta pergunta, legítima e fundamentada nas exigências da nossa natureza intelectual, responde com clareza impressionante a capa artística que envolve o livro.</div>
<div align="justify">Parece-nos, porem, que essa resposta não bastaria a curiosidade de todos os leitores, e decidimos responder a pergunta com algumas palavras que dessem ao leitor o sentido e a finalidade do livro.</div>
<div align="justify">Fátima é um mistério, cuja conteúdo, significado e projecção, só o tempo virá a revelar em toda a sua plenitude.</div>
<div align="justify">Julgou-se, a principio, que a mensagem que Nossa Senhora entregou aos humildes pastoritos da Cova da Iria, constituía apenas mais um favor do Céu, um daqueles divinos favores que iluminam os caminhos da nossa Historia, formam a traça fundamental dos seus acontecimentos, revelam a razão da sua grandeza, ciclopicados gigantes que foram os seus agentes imediatos, e descobre o segredo da nossa vocação universalista e dos triunfos sobre-humanos que cobriram e coroaram os trabalhos com que vingámos realiza-la.</div>
<div align="justify">Chamado a existência, evocado à sua soberania política por uma vocação apostólica, Portugal tem encontrado sempre em todas as horas difíceis, em que o heroísmo e a bravura são o preço da vitória e da glória, o auxilio esplendoroso, da Gloriosa Rainha dos Apóstolos.</div>
<div align="justify">A Conquista, a Independência e as Descobertas – o berço, a adolescência, a g1ória, – os passos, marcantes e <span id="more-4"></span>decisivos, da nossa vida nacional, foram amparados, protegidos e orientados pela luz que brilha nos olhos dAquela que, por merecido título, veio a ser a Padroeira de Portugal.</div>
<div align="justify">Naquela hora de «apagada e vil tristeza» do ano de 1917, em que o esquecimento dos favores do Céu gerara nuns o temor e o susto e noutros a fraqueza e a covardia; quando os filhos de Portugal se batiam na Flandres e na África, em lutas de guerra que lhe fora imposta par aqueles que 1he haviam abastardado o nome e calcado as tradições, tornando calados os templos de preces e vazios os lares de pão; quando a paz andava perdida nas almas, o espírito morrera nas escolas e a justiça gemia nos tribunais, nessa hora de dor e aflição nacional que parecia sem remédio, do Céu desceu a terra de Fátima a Celeste Padroeira, Rainha e Mãe de Portugal, a entregar-lhe, por intermédio de três pastoritos – a inocência e a graça – uma mensagem de salvação. Ouviu-a Portugal inteiro com penhorado e emotivo reconhecimento. E os resultados vieram breve.</div>
<div align="justify">Vencidos, quebrados os esforços com que o inferno tentara malograr o sentido e a graça dessa mensagem, Portugal começou a desatar os movimentos da sua recuperação histórica, a caminhar nos trilhos das suas tradições, como que tocado daquela força divina que fez erguer do esquife o filho da viúva de Nain. E, favorecido por outro inesperado milagre, começou a erguer-se e a subir, com tal desembaraço e espanto do mundo, que hoje o olha como um oásis de paz no meio dos povos em guerra, e nimbado de um prestígio singular que o eleva acima das tristezas e mirradas depressões que a guerra deixou na pobre humanidade envidêcida.</div>
<div align="justify">Como foi isso possível?</div>
<div align="justify">A Cova da Iria que, geograficamente, não passa de uma depressão cavada no dorso adusto da Serra de Aire, hirsuto de azinheiras bravas, tornou-se, misteriosamente, a Torre de Marfim, a Estrela da Manhã, cuja Luz alumia todos os caminhos do mundo e chama e guia todos os náufragos, que se perderam no trágico naufrágio do ingente e temeroso cataclismo que abalou o orbe. A Cova da Iria, depois de ajustar os seus limites pelos contornos de Portugal, estendeu-se em proporções tão vastas, que invadiu todos os povos, todos os continentes, e Fátima é hoje o mundo inteiro. A Rainha do Céu que ali descera, deu em percorrer todos os seus domínios entre aclamações apoteóticas, no meio dos hossanas e ovações de todos os sectores da vida religiosa do mundo. Na própria língua que Nossa Senhora falou aos pequeninos pegureiros de Fátima, falou o Papa, o Vigário de Jesus na terra o Representante do Filho dAquela Senhora da Fátima, para A investir na gloriosa função de Padroeira do Mundo, consagrando ao Seu Coração Imaculado todos os povos da terra. E, depois, foi Ele, o Vigário de Cristo na terra, que veio, na pessoa do Cardeal Mazella, cingir-Lhe a fronte augusta da Coroa de Rainha do Mundo.</div>
<div align="justify">O universalismo de Fátima recebera a sua perfeita e definitiva consagração.</div>
<div align="justify">O velho Duarte Pacheco tinha de inspiração divina a nossa epopeia marítima, a expansão da civilização cristã pelo mundo, que o nosso génio, filho da nossa fé, criou e engrandeceu. Não pode ter outra explicação o universalismo de Fátima.</div>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;" align="justify">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;" align="justify">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;" align="justify">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;" align="justify"><i> </i></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;" align="justify">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">Para que este novo universalismo?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">Apenas, e está nisso a sua grandeza e a nossa responsabilidade, para completar a obra do primeiro.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">O magno problema da hora presente não é só a conversão da Rússia, é também o da conversão da Europa. Apostasia da Rússia começada com Fócio, no século VIII, consumou-se no século XX por influência do Ocidente. O comunismo é filho de Marx, Marx é filho de Hegel e ambos são filhos de Lutero. O comunismo é a última etape, a derradeira consequência religiosa, política, económica e social do protestantismo. Da Rússia, disse Ventura Raulica que só se converteria com uma grande revolução. Essa revolução não, foi a que Lenine desencadeou com os seus sequazes, naquele trágico mês de Novembro de 1917. O comunismo mesmo, não é uma revolução no sentido original do termo; é antes uma deformação, uma deformação, uma degradação colossal, que pretende envolver todo o mundo. A revolução, regresso ao princípio, só pode vir do espírito, importa a recuperação do que se perdeu, da personalidade cristã da Europa e, se já não existe a Europa, da personalidade histórica do Ocidente.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">Isto quer dizer que a Revolução deve começar nos povos do Ocidente, na conversão da Europa, pela íntegra aplicação dos princípios cristãos que a criaram para que não venha a rebentar do abismo das desordens a que o Comunismo pretende fazer descer o mundo&#8230; O Comunismo cairá, não pelo fogo das armas ou pela força das sublevações em massa, coisas, aliás, improváveis e insuficientes, porque o Comunismo é, antes de tudo e em tudo, o ateísmo em acção, o <i>ateísmo levado a sua última consequência, </i>mas pela efusão da vida cristã nos povos que a deixaram perder ou esterilizar na sua íntegra eficácia sobrenatural e humana. É essa a finalidade suprema da mensagem de Fátima? Não falta quem o creia e não minguam razões a justificar essa crença que é também uma esperança.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">Mas, deixando ao tempo o encargo de desvendar toda a grandeza do significado e projecção de Fátima, importa a todos cumpri-la em si memos, dar-lhe a máxima aplicação na esfera da nossa vida individual e colectiva, afervorando a vida cristã, nas almas, nos lares e nas classes. Importa para tanto alargar e esclarecer o sentido imediato da mensagem de Fátima, as graças e bênçãos que ela vai espalhando, tornar conhecidas as glórias que iluminam e enfloram a querida Imagem de Fátima na sua peregrinação pelo mundo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">Não têm outro objectivo as páginas deste presente livro. Elas contêm apenas a narração de um dos mais interessantes e gloriosos episódios dessa longa e apoteótica peregrinação que a Querida e Miraculosa Imagem anda fazendo pelo mundo. Esse rápido e densíssimo episódio – <i>de 13 a 31 de Maio do ano de 1950 – </i>tão rico de graças e de bênçãos, tão quente de entusiasmos e de fervores, tão molhado de emoção e de sentimentos, não traduz apenas a devoção, o amor da Diocese …. pela querida Mãe de Fátima; exprime, por igual, o carinho, a generosidade, a ternura maternal de Nossa Senhora para com os filhos que nela vivem e trabalham. Poucos dias duraram essa viagem – 18 curtos dias. Começou na …., cerca das 23 horas do dia 13 de Maio, e findou em …., na tarde do dia 31 do mesmo mês. Percorreu a diocese em todos os seus concelhos, no meio de uma apoteose que Príncipe ou Génio, Herói ou Santo, jamais tiveram em terras da …. . A passagem de Nossa Senhora foi uma fulguração divina que encheu de luz muitas almas que andavam ceguinhas na noite da indiferença, algumas mesmo na escuridão da descrença; que verteu bálsamo de consolação em muitos corações pregados nos acúleos de grandes dores, queimados no braseiro do desespero; que temperou muitas vontades quebradas ao peso de uma vida de sofrimentos e de amarguras. Quem pode adivinhar o que foram essas Noites de adoração, com os confessionários rodeados de gente que há anos os esquecera? Não há pena que descreva o que foi a jornada gloriosa nos seus aspectos e realidades espirituais. Quem pode sequer suspeitar do que foi o Pentecostes de graça que caiu sobre as almas e as famílias da diocese?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">Uma vaga de júbilo encheu toda a diocese, um ambiente sobrenatural invadiu todas as freguesias, um ardor colectivo incendiou todas as almas, sobretudo as dos homens que deram, nesta ocasião, prova de uma devoção profunda, corajosa, para tantos inteiramente inesperada.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">Por tudo isto e pelo mais que se adivinha, a Peregrinação de Nossa Senhora de Fátima pela diocese da Guarda constituiu, sem dúvida e sem injustificado chauvinismo, um dos mais interessantes e expressivos capítulos do culto de Nossa Senhora em Portugal.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">A Diocese …. tem na devoção a Nossa Senhora uma tradição que nenhuma outra logra igualar. A proclamar esta verdade aí estão os magníficos monumentos graníticos que à Celeste Padroeira se erguem, majestosos, na ….., no ….., na ….., em ….., na ….., em ….., e as manifestações que frequentemente em redor deles se produzem e a devoção fervorosa e constante que os cerca.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">A viagem da Celeste Peregrina fica sendo um novo monumento, o melhor e o maior, apenas monumento que o tempo pode gastar e fazer desaparecer.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">O esquecimento, observou Mons. Bougaud, é uma das grandes misérias do homem. É verdade. Os maiores acontecimentos da história, as mais apaixonadas afeições do coração, os factos que mais fundamente se vincaram na nossa alma passam, esfumam-se, apagam-se, esquecem com o tempo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">Por isso, em todos os séculos e sob todas as civilizações, o homem se empenhou numa luta titânica, sustentou ciclópicos combates contra o esquecimento.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">Este livrinho quer ser apenas um episódio dessa luta contra o esquecimento, quer perpetuar as manifestações com que a diocese …. demonstrou o fervor da sua devoção à querida Mãe de Fátima e fazer chegar os ecos desse amor às gerações vindouras, para ao seu calor se aquecerem, e à luz do seu exemplo se edificarem.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">O relato teve de ser conciso e rápido – pinceladas que esboçam um grande quadro, linhas que estruturam uma majestosa catedral: simples notas de reportagem redigidas à pressa na língua de Serpa e com uma vida de lazeres, e sem preocupações de um dia virem a ser publicadas em volume.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">Talvez algumas freguesias se julguem com direito a uma referência mais larga e encomiástica. É possível que alguns episódios da linda e apoteótica jornada fiquem omissos, perdidos para a posteridade.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">Confessamos que empregámos todos os meios, esgotámos todos os recursos para que nada de importante ficasse esquecido.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">Pedimos, instámos, empenhámos os melhores esforços para que nenhuma omissão se desse.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">Mas o nosso empenho não encontrou sempre a resposta que merecia o assunto sobre que ele incidia, e esta circunstância explica certas deficiências que nós, mais que ninguém, lamentamos. Mas o que fica, o que se conta e narra, compõe uma epopeia de excelsa grandeza, de ressonâncias eternas, em cujos cantos se afirmam, em desafio, o amor da Diocese por</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">Nossa Senhora e o amor de Nossa Senhora pela Diocese.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">Aí vai o livrinho, como foi possível compô-la sob o olhar bendito da querida Mãe do Céu. Vale sobretudo pelo muito afecto que nele pôs a modesta pena que o escreveu.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 -0.75pt 0.0001pt 1.2pt;">Que ele possa fazer florir nas almas dos que lerem as suas páginas, as rosas da devoção e do amor para com Aquela que é hoje, mais do que nunca, a nossa Esperança e a Esperança do mundo.&#8221;</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/ascendens1.wordpress.com/4/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/ascendens1.wordpress.com/4/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ascendens1.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ascendens1.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ascendens1.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ascendens1.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ascendens1.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ascendens1.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ascendens1.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ascendens1.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ascendens1.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ascendens1.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ascendens1.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ascendens1.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ascendens1.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ascendens1.wordpress.com/4/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ascendens1.wordpress.com&amp;blog=3061152&amp;post=4&amp;subd=ascendens1&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>QUESTÕES DA HITÓRIA DA IGREJA (cap. XX)</title>
		<link>http://ascendens1.wordpress.com/2008/03/04/questoes-da-hitoria-da-igreja-cap-xx/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 23:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ASCENDENS(Pt.)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não classificado]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa diocese, em Portugal, o seu Bispo tinha autorizado a elaboração e publicação de um compêndio intitulado &#8220;Algumas Questões da História da Igreja&#8221;. Tal compêndio, pelo que pode ser lido no seu prefácio, destina-se a colmatar falhas que já na altura se notavam, relativamente à formação dos seminaristas sobre aspectos gerais da Igreja e da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ascendens1.wordpress.com&amp;blog=3061152&amp;post=3&amp;subd=ascendens1&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"> <img src="http://www.baptistlink.com/creationists/priestniv.jpg" height="306" width="452" /></p>
<p style="text-align:justify;">Numa diocese, em Portugal, o seu Bispo tinha autorizado a elaboração e publicação de um compêndio intitulado &#8220;Algumas Questões da História da Igreja&#8221;. Tal compêndio, pelo que pode ser lido no seu prefácio, destina-se a colmatar falhas que já na altura se notavam, relativamente à formação dos seminaristas sobre aspectos gerais da Igreja e da Doutrina que não costumavam, nem costumam, ser contemplados nas cadeiras dos seminários. Assim, explica ainda o prefácio, pretendia dar-se &#8220;grande desenvolvimento a certas questões que, pela sua excepcional importância, bem o merecem, vê-se o professor forçado a suprir, por meio das suas prelecções, essas deficiências e a preencher essas lacunas, para que os alunos, obtendo um conhecimento geral dessa matéria, o adquiram mais completo acerca dos referidos assuntos, de maior e mais reconhecido interesse.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Trata-se de uma voz de continuidade que choca hoje com a divulgação de ideias contrárias, pronunciadas e escritas como vindas da mesma autoridade. Esta ruptura é um fenómeno irrecusável, mas passível de abafamentos. O que terá invertido um percurso?</p>
<p style="text-align:justify;">Este livro foi colocado num caixote, entre outros, nos finais do séc. XX, no corredor de um Seminário Maio, para que os seminaristas pudessem levar os que quisessem. Tudo seria muito bom caso as sobras não fossem destinadas ao fogo, pois eram livros &#8220;desactualizados&#8221; e &#8220;sem <span id="more-3"></span>valor&#8221; suficiente para integrar a biblioteca, também porque alguns eram já repetidos. Quis Deus que este viesse parar aqui, e com grande missão: o combate do sistema herético chamado MODERNISMO (agora pós-modernismo ou um neo niilismo).</p>
<p style="text-align:justify;">Fica agora o capítulo XX do mesmo livrinho:</p>
<p style="text-align:justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align:center;" align="center"><b>Cap. XX</b></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><b>O PROTESTANTISMO</b></p>
<p style="text-align:justify;">A falsa reforma foi o a princípio uma heresia, e terminou por ser também um cisma.</p>
<p style="text-align:justify;">Suas causas como heresia:</p>
<p style="text-align:justify;">1ª) &#8211; O protestantismo foi uma reacção contra a Escolástica, então muito decadente e desacreditada, Seguindo o exemplo dos fideistas, Lutero negou o valor da teologia especulativa, deixando assim a fé, no espírito dos seus sequazes, sem base filosófica.</p>
<p style="text-align:justify;">2ª) &#8211; E aplicando, como os humanistas, à religião os princípios da renascença (regresso às fontes), dedicou-se com ardor ao estado da Escritura, mas não conforme o sentir da Igreja: segundo o seu critério individual, a religião ficava agora também privada da força da autoridade, aliás essencial à sua unidade.</p>
<p style="text-align:justify;">3ª) &#8211; E como a mística estava então em grande voga, havendo neste campo vários deslises, ei-lo no caminho duma falsa mística, apresentando como dogmas o que não passava dum produto da sua experiência íntima.</p>
<p><b>Como cisma:</b></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><b>a) &#8211; Causas Remotas:</b></p>
<p style="text-align:justify;">1ª) &#8211; A má disposição do povo alemão para com a Santa Sé, motivada pelos impostos, pela vida pouco edificante dalguns papas da renascença e da sua corte e ainda pelas velhas rivalidades entre o sacerdócio e o império.</p>
<p style="text-align:justify;">2ª) &#8211; A má disposição do povo para com os príncipes e a sua consequente predisposição para a revolta.</p>
<p style="text-align:justify;">3ª) &#8211; A má disposição para com o alto clero alemão, que usufruía grandes benefícios e que, imiscuindo-se na política, descurava geralmente, os seus deveres espirituais.</p>
<p style="text-align:justify;">4ª) &#8211; E, por sua vez, os príncipes viam também com bons olhos uma revolução de carácter religioso, que os libertaria da sujeição ao Papa e da tutela do imperador, permitindo-lhes ainda locupletarem-se à custa dos bens das igrejas e dos conventos.</p>
<p style="text-align:justify;">5ª) &#8211; E a muitos membros do próprio clero também não desagradava este movimento, que, justificando a sua secularização, lhe permitia apoderarem-se dos bens eclesiásticos, que até ali possuíam como simples usufrutuários.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><b> </b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><b>b) &#8211; Causa próxima:</b></p>
<p>A pregação das indulgencias.</p>
<p style="text-align:center;" align="center"><b> </b></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><b>c) &#8211; Causas impulsivas:</b></p>
<p style="text-align:justify;">1ª) &#8211; A protecção e mesmo a imposição e violência de vários príncipes e cidades imperiais, motivadas pelas vantagens de ordem política e económica que Lutero e os outros caudilhos da reforma tiveram o bom senso de conceder-lhes.</p>
<p style="text-align:justify;">2ª) &#8211; A importância do imperador Carlos V, motivada pela sua desinteligência com os príncipes, pela rivalidade com França e pelas invasões dos turcos.</p>
<p style="text-align:justify;">3ª) &#8211; As facilidades da moral protestante.</p>
<p style="text-align:justify;">4ª) &#8211; A tradução da Bíblia em língua vulgar e o uso exclusivo da mesma nas cerimónias litúrgicas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">5ª) – A comunhão nas duas espécies.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><b> </b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><b>Sistema doutrinal de Lutero</b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">I – O estado de graça e da justiça original, em que o homem fora criado, era essencial à sua natureza. Era o que habilitava à prática do bem. Perdendo esse estado, a sua natureza ficou mutilada de fazer o bem, como é incapaz de ver, um homem que não possua os órgãos da visão. Ele perdeu o livre arbítrio, e todos os actos que pratica, inclusive os de amor a Deus, são maus e dignos de condenação, por procederem dum princípio totalmente viciado e corrompido.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O pecado original. Que é indelével, consistem na corrupção hereditária e na concupiscência.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">II – Os homens podem, não obstante, ser justificados e salvos pela fé, i. é, pela confiança em Jesus Cristo lhes aplique os seus próprios méritos, sendo, contudo, esta aplicação meramente externa e continuando o pecado a manchar a alma.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">III – Sendo a fé o único princípio da justificação, os sacramentos nada operam por si mesmos, não passando de meros símbolos da justificação pela fé.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">IV – Há apenas três sacramentos: o Baptismo, a Eucaristia e a Penitência (sem a confissão das faltas).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">V – A única autoridade em matéria de religião é a Eucaristia.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">VI – Não há distinção alguma entre clérigo e leigos, tendo todos os fieis poderes sacerdotais.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">VII – Não existe o Purgatório.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><b> </b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><b>Sistema de Munzer</b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">I – É necessário rebaptizar os fiéis.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">II – Há apenas dois sacramentos: O Baptismo e a Ceia, e ambos meros ritos simbólicos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">III – Nosso Senhor Jesus Cristo não está realmente presente na Sagrada Eucaristia.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">IV – Não há justificação sem obras.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><b> </b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><b>Sistema de Zuínglio</b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">I – A Bíblia, individualmente interpretada, é a única regra de fé.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">II – A justificação é obra exclusiva da fé.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">III – O pecado original reproduz-se a um simples inclinação para o mal.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">IV – Há apenas dois sacramentos: Baptismo e Eucaristia e ambos eles meros símbolos da graça.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><b>Sistema de Calvino</b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">I – Há, tanto para os bem-aventurados como para os condenados, a predestinação antecedente e absoluta, Deus é o autor do bem e do mal.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">II – A graça justificante é inamissivel.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">III – Há apenas dois sacramentos: Baptismo e Ceia.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">IV – O corpo de Jesus Cristo está virtualmente presente no pão e no vinho eucarístico. O comungante, sendo predestinado, recebe um aumento de vida divina, sem contudo receber o corpo do Senhor, que está no Céu.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">V – Há duas igrejas: uma invisível, composta apenas de justos, e outra visível, a que pertencem todos os crentes.</p>
<p style="text-align:justify;">VI – A autoridade suprema da Igreja é independente do Estado. Reside no Consistório, composto de seis pastores (eclesiásticos) e doze anciãos (leigos). Compete-lhe velar pela observância dos deveres religiosos e morais dos fieis, tendo até interferência na vida privada dos mesmos, É um rigoroso tribunal de inquisição, que pune severamente todas as faltas.</p>
<p align="justify"><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"></span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/ascendens1.wordpress.com/3/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/ascendens1.wordpress.com/3/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ascendens1.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ascendens1.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ascendens1.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ascendens1.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ascendens1.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ascendens1.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ascendens1.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ascendens1.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ascendens1.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ascendens1.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ascendens1.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ascendens1.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ascendens1.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ascendens1.wordpress.com/3/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ascendens1.wordpress.com&amp;blog=3061152&amp;post=3&amp;subd=ascendens1&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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